• Edith Ornellas

Economia Solidária – Parte 18


Hoje eu fui ao centro da cidade e vi mais lojas, escritórios e outros negócios fechados permanentemente. Me dirigi a algumas lojas para comprar materiais diversos e ouvi comentários sobre a possibilidade de fechamento dessas lojas também. A tensão estava na face dos vendedores e dos gerentes, que estão correndo o risco de perderem os seus empregos.


Em três lojas que fui, perguntei a algumas das pessoas o que elas achavam de montar negócios em sistema de cooperativas. Expliquei sobre como funciona esse segmento, assim como expliquei aos gerentes e aos donos de lojas sobre como eles poderiam migrar para essa área da economia, a fim de continuar no mercado, mesmo que sem faturar e mandar do negócio sozinhos. Salientei a existência de uma gama de segmentos que todos poderiam atuar, de acordo com os gostos e talentos, mas vi que alguns ainda entendem que ficarem fechados e desempregados é mais vantajoso, porque no retorno, que eles não sabem quando será, terão os seus próprios negócios e empregos sobre os seus próprios domínios de novo.


Percebi o quão ainda somos individualistas e deterministas, enquanto brasileiros, em nossas ideologias. Sequer percebemos a rigidez de pensamento e de opinião, que nos reduz das possibilidades de experimentar novas formas de atuar nos negócios, de viver, na verdade.


Fomos tão bombardeados de falsas notícias, assistimos pedaços de reportagens, assim como ouvimos dizeres de pessoas com rigidez de pensamento ao longo das nossas vidas, que muitos de nós sequer permite experimentar uma nova forma de trabalhar, porque “alguém disse que em cooperativa todo mundo ganha igual, mesmo que uns trabalhem mais do que outros”, ou então, “ouvi falar que esse é um sistema de comunismo”, e mais “esse negócio de cooperativismo não se atualiza e não tem tecnologias modernas", ou ainda, “eu não vou trabalhar mais do que os outros para ganhar igual”.


Precisamos nos abrir para novas possibilidades. Conheci pessoas do cooperativismo, que depois de certo tempo optou para o negócio individual, e tudo bem também. As circunstâncias podem nos levar para um lado ou para o outro, em experiências que enriquecem as nossas vidas e nos dão um lastro de aprendizado que sempre nos será útil no presente e/ou no futuro.


Por falar nisso, vai aqui, mais um pedacinho de notícia do mundo da cooperação na nossa Bahia, para que possamos ver tecnologias modernas por lá, bem como, possamos nos abrir a novas possibilidades. Segundo o Notícias Agrícolas, de 24/05/2021:


IG Sul da Bahia lança programa pioneiro de rastreabilidade para produtores de cacau

A IG Sul da Bahia, Cooperativas Associadas (Cooperativa de Serviços Sustentáveis da Bahia- COOPESSBA, Cooperativa de Pequenos Produtores de Cacau, Mandioca e Banana do Centro da Região Cacaueira – COOPERCENTROSUL, Cooperativa da Agricultura Familiar e Economia Solidária da Bacia do Rio Salgado e Adjacências - COOPFESBA) e Centro de Inovação do Cacau- CIC realizaram nos últimos meses atividades de campo em conjunto. O objetivo foi proporcionar maior qualificação aos agricultores familiares, em mais uma etapa de preparação para as inovações em transparência, qualidade e rastreabilidade propostas pela federação de produtores.

https://www.noticiasagricolas.com.br/noticias/hortifruti/288565-ig-sul-da-bahia-lanca-programa-pioneiro-de-rastreabilidade-para-produtores-de-cacau.html#.YK0lhqhKjIU

Não vou mostrar tudo, mas vá lá no link e dê uma olhada no tamanho do know-how desse povo. Se jogue!


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